Eu prefiro escutar a verdade de quem eu amo, me importar com essas pessoas e devolver a gratidão a elas, não porque é minha obrigação mas sim porque eu as respeito.
Eu prefiro recolher a minha insignificância dentro de mim quando sei que estou errada do que continuar insistindo em algo não palpável.
Eu prefiro viver na inconstância, mudar de opinião com o sopro de vento que passa e bagunça os meus cabelos do que ter uma visão pequena de mundo e pensar que apenas eu existo.
Eu prefiro procurar o improvável, o invisível, mas é o próprio visível aos nossos olhos que nos passa despercebidos.
Eu prefiro abrir mão da minha felicidade, engolir o meu choro e acalentá-lo no meu canto do que ver amados chorando por mim.
Eu prefiro viver na inconstância, ser uma 'metamorfose ambulante' a ser um ignorante deduzindo que já sei tudo, que já vivi tudo.
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