Válvula de escape
Quero ser mais do que uma resenha, quero ter início, meio e fim, com ou sem problemas, com ou sem soluções. Eu só quero viver, só quero falar o que eu penso. Eu quero errar, errar muito, pra eu poder saber até onde eu posso ir. Quero ser instigada a minha máxima potência, poder chegar na minha velhice e falar 'eu aproveitei'. Tento ser claras nas minhas palavras, mas este conteúdo é um pouco de mim. Ou muito. Ou quem sabe tudo o que eu tenho.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Desespero II
Desespero I
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Determinismo.
Dizer que o meio influencia atitudes, percepções, ações, pra muitos, é algo absurdo. Ah, me poupe! Pessoas se envolvem cada dia mais com gente errada de pensamento, errada de atitude, errada de ações. Dizer que não, não existe influência é o mesmo que dizer que papai Noel existe e que mora junto com o coelhinho da páscoa. Sabe, fico revoltada com tanta coisa que acontece e que, na minha percepção, não faz sentido, O MENOR SENTIDO. Há contradições, paradoxos, antíteses, todos os sinônimos possíveis pra uma única palavra: diferença. Só. Simples. Garanto que ela sozinha, em qualquer contexto, é válida de muito significado.
Sempre fui uma pessoa que se adapta muito fácil a quaisquer ambiente, isso é fato consumado, entretanto isso não condiz na perda de valores, na perda de moral, muito menos na perda de respeito em relação a terceiros. Muito pelo contrário, vejo essa maleabilidade como um aspecto singular e bom, muito bom. Assim posso absorver cada vez mais a quantidades de assuntos a se aprender sobre qualquer tipo de sociedade. Ser maleável, flexível não é o mesmo que ser influenciado.
Você é influenciado quando suas ideias são vagas, sem sentido ou, até mesmo em casos extremos, é influenciado por nunca ter pensado sobre o assunto apontado. Sai pegando qualquer ideia que lhe aparece. Não. Sinto muito, mas se as coisas fossem fáceis assim, nada nessa vida teria sentido.
Veja bem, não discurso sobre a falta de originalidade, não mesmo. Escrevo sobre algo que me incomoda mais que isso: a falta de vergonha na cara em relação a pessoas que influenciam. Na boa, influenciar é o mesmo que criar um clone de si próprio, com as mesmas ideias, as mesmas atitudes – ignorantes, bem como os mesmos comportamentos. Mas, não posso tirar o mérito desse ser: do influenciador! A pessoa realmente merece uma salva de palmas por um feito de tamanha magnitude.
Na boa, fico pensando: acho que as pessoas que desenvolvem esse processo de “clonagem” são vazias por dentro ou então, nunca sentiram um amor, uma amizade pela qual vale arriscar tudo. Veja bem, não digo que elas não são capazes de amar ou de se aventurar, não é isso, mas sim que a vida delas é tão oca que precisam de espelhos de si mesmo espalhados por sua rotina.
SER DIFERENTE É NORMAL! Verso sobre isso, verso sobre a disparidade de ideias que me faz borbulhar por buscas de respostas. Minha cabeça é cheia de perguntas, pois vivo no meio de diferentes etnias, diferentes personalidades. Nada melhor que uma escola pra comprovar o que digo. Mas nunca nunca nunca mude por pessoas que não valem a pena. Mude por seres que te querem bem, não os que te dão a simples ilusão de amizade. Recentemente sofri essas mudanças e o melhor de tudo é saber que ela é perceptível pelas pessoas que eu mais amo. Mudei pra melhor, isso eu tenho convicção. E que se exploda quem estiver incomodado. Como se diz no dito popular ‘a porta da rua é a serventia da casa!’
domingo, 26 de setembro de 2010
Faces.

Me preocupo com meu futuro, com meu hoje, com meu passado. Sou um reflexo das minhas decisões, das minhas ações, do mundo que eu escolhi pra ser meu. Quando penso que hoje os sentimentos se estabilizaram, é aí que a vida trata de me dar uma rasteira e me chamar pra realidade. Penso, repenso, sinto, escuto e não chego a nenhuma conclusão, apenas a coisas vazias. O mais fantástico de tudo isso é que não se pode escapar de nenhuma maneira. Se você der a volta, dar um perdido, lá na frente tudo vai se repetir, uma hora ou outra. Tenho a sorte de nunca estar sozinha nos meus problemas, mas tomo minhas decisões sozinha. Contraditório, mas eficaz. Sou calada - por mais que muita gente discorde disso - mas gosto de ser independente nas minhas ações, nas minhas respostas. Se eu perder eu perco sozinha, mas é que se eu ganhar aí é só eu que ganho. Sou avessa a confusões, a brigas, então quanto mais eu puder evitar coisas do gênero eu faço. Ando me preocupando muito quando eu não estiver mais com as pessoas que constroem a minha rotina: sem risos, sem cortes, sem discussões, sem dr's... como fazer? Meu deus, isso me aperta tanto. Não teremos mais 6+1, 6+0 (de preferência este, haha), mas será apenas 1+1+1+1+1+1. NÃO PODE! Eu me recuso a pensar algo assim. É como se algo fosse tirado do mais íntimo dos meus sentimentos, do mais puro, do mais importante: amizade! Dizer que o tempo cura, que com o tempo nos acostumamos com as mudanças é fácil, e bem clichê. A força tem que partir de dentro, tem que vir do mesmo lugar em que foi-se arrancado da forma mais cruel aquele. Não prometo nada sem antes pensar, e se eu ver que não consigo vou falar. Me dói mais ainda em saber que tudo o que eu temo é um processo natural das coisa e que pouco posso fazer pra evitar. De uma coisa eu tenho certeza: nada que aconteça, absolutamente nada, pode mudar os nossos momentos, os nossos momentos de corte, de falar sério, de brigar, de rir juntos. Nossa, quantas risadas, quantos desabafos, quantos babados, quantos bordões, quantos minutos de felicidade. O fato é que eu amo vocês mais do que possam imaginar. Foram importantes em toda a minha construção. Derrubaram preconceitos meus, me tornaram mais feliz. Com vocês eu descobri o sinônimo de felicidade, de amizade, de cumplicidade. Se ficar saudades é porque bons momentos passamos juntos!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Mundo cor de rosa.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
III Acantonamento Científico

Bem, eu nem sei direito explicar o que foi isso na minha vida. Podem pensar que é besteira, por ser algo extra curricular e que eu não sou obrigada, mas nossa, é uma experiência maravilhosa. Conhecemos novas pessoas, fazemos amigos e principalmente, você descobre o sentido de família. Pois tá, vou explicar o que é o Acantonamento. Esse ano veio de São Paulo o Bob, que veio do Sítio Peraltas, Paulo e Denis que são os cientistas da Fundação CEU (Centro de Estudos do Universo). Estes trouxeram dois telescópios MARAVILHOSOS que nos permitiram ver Urano, Júpiter, a Lua além de várias constelações super interessantes. Tivemos palestras sobre os planetas, curiosidades, além da construção de um relógio de sol com garrafa pet. Isso apenas a parte científica. Já na parte de recreação, SEM COMENTÁRIOS! Bob mexeu com todos: brincadeiras do início ao fim. Mas como fui monitora nem deu pra brincar com eles, mas acreditem, é tão gratificante quanto. Ninguém imagina que os professores sérios e coordenadores são pessoas que riem, fazem piadas, bagunçam com tua cara. De mulecagem, esse foi o melhor acantonamento, com certeza. Ah sim, não posso deixar de falar do quarto em que tomei conta e das crianças, de uma forma geral. São umas bençãos, pra falar ao contrário, mas assim, tudo é gratificante. Bem, eu só sei que quero ir em outros!